sábado, 3 de julho de 2010

Susto no Congresso Nacional

Um Corsa Classic capotou na última sexta-feira (02) e por pouco não atinge o Congresso Nacional.
Apesar do capotamento ter acontecido momentos após o jogo do Brasil, não há indicios que a motorista que dirigia o carro, Rossane do Val Lima, de 33 anos estava alcolizada ou em alta velocidade.
Segundo policiais civis que estavam no local Rossane pode ter sido fechada por outros veículo e ter perdido o controle.

Já é o quinto caso de capotamento pelas redondezas do planalto.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Pequenos detalhes e grande diferença na novela Viver a Vida

Manoel Carlos escritor da novela da Rede Globo, Viver a Vida conseguiu alertar a população sobre a falta de preparação do nosso país em relação as pessoas com deficiência fisíca.
A personagem Luciana interpretada pela atriz Aline Moraes, alertou o país como um deficiente físico pode ter uma vida normal, ir a diversos lugares, casar e até mesmo ter filhos.
Ótima a iniciativa de Maneca nessa novela, porém o único detalhe, detalhe este por sinal ser bem relevante é que a personagem era rica, tinha condições para ter uma vida confortável, com uma enfermeira particular, com fisioterapia entre outras assistências que a tornasse mais resistente e  ou garra pare enfrentar o tamanho problema.
A novela realmente foi bem trabalhada, com motivações e superações contadas ao final de cada capítulo em uma história real vivida por algum deficiente.A ai tudo perfeito.Agora me questiono a que blico realmente o autor queria atingir.Se pararmos para analisar a população se comoveu com a história da personagem, o que nos leva a crer que éramos o público alvo, éramos de maior importância, o qual iríamos conhecer que a vida de um cadeirante é difícil, mas no entanto ainda se existe possibilidade para ser feliz.Podemos pensar também que a novela também chamou atenção aos governantes e responsáveis por órgãos de adaptação para essas pessoas especiais.Mas e nos deficientes alguém pensou?
Fico imaginando como se sente uma pessoa cadeirante de classe média, ou baixa que assisti a uma novela a qual ver uma personagem a sua semelhança, porém de classe alta., e que todo aquele conforto e condições e adaptações para sua melhor locomoção.
Como deve se sentir a pessoa que está em uma cadeira de rodas e não tem nada daquelas possibilidades de Luciana? Creio que frustradas de não ter a mesma sorte.
Relembrando alguns momentos da novela, percebemos que verdadeiro amores realmente existem(ou não?). Bem, pelo menos o amor de Miguel e Luciana era verdadeiro mesmo, analisados aos amores de hoje em dia, e para isso é só analisar que só um verdadeiro amor é capaz de passar por cima dos maiores obstáculos e somente um homem como o Miguel seria capaz de em uma lua-de-mel cuidar tão bem de sua amada. Digo cuidar tão bem, pois o que se passou na novela foi que eles viajaram para a lua-de-mel a sós, o que implica dizer que ele cuidou dela direitinho, desde o banho, a alimentação e até nas horas das necessidades fisiólogicas (pelo menos é o que o telespectador imagina ).E ai será que ainda existem esses verdadeiros amores, ou só na novela? E se existem por quanto tempo duram? Pelo menos o da personagem parecia que ia durar a vida inteira, afinal a novela era Viver a Vida.
A novela foi tão marcante que as pessoas esqueceram de comentar muitos épsodios, inclusive o último capítulo da novela que por sinal não teve surpresa alguma, ao menos a revelação do filho da personagem Dora, interpretada por Giovana Antoneli, a qual era vilã e não sofreu nada na novela.Cena vital da novela foi o nascimento dos gêmeos de Miguel e Luciana. Incomodou um pouco o fato de a modelo ter descoberto no mesmo capítulo que estava grávida e, em seguida, já saber o sexo dos filhos e dar à luz. A rapidez dos fatos acontecidos na novela parecia que muita coisa havia mudado de roteiro.A trilha da personagem Luciana fechou os olhos de muitas pessoas, que passaram despercebidas em alguns fatos da novela.







terça-feira, 11 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

A poderosa mídia controlando milhares de mentes

Se você é um ouvinte, telespectador, ou leitor que tudo absorve e nada questiona, parabéns, pois você é o público predileto para a mídia que adere o sistema de manipulação.
O tempo agora é das eleições, época a qual todos os políticos são bonzinhos, segura criancinhas no colo, e os abraços com o eleitor são calorosos a dar a impressão que já são íntimos ou amigos de longas datas, e é exatamente por esse tipo de comportamento pré eleição que devemos desde já observar a personalidade dos nossos futuros governantes.
Todo mundo já está careca de saber que conversa bonita e promessa é o que não falta nas conversinha de um político, porém o apoio direto dos meios de comunicação está bastante visível. Os meios de comunicação de massa: o rádio, a TV, os jornais, as revistas tem o papel fundamental de informar, porém no Brasil a poderosa mídia desempenha mais um papel ideológico que informativo e exatamente esse assunto abordado no livro A Síndrome da Antena Parabólica do  professor de Jornalismo Bernardo Kucinski.
Segundo Kuscinski, a folha de São Paulo é hoje o jornal mais lido menos amado dos jornais brasileiros. A folha não só reconhece que não é estimada como manipula conscientemente o que pode ser chamado de marketing do ódio.
O impacto da mídia no cotidiano das pessoas é evidente. Muitas recebem informações, as passam, discutem sobre elas sem ao menos terem formado a sua opinião. Apenas passam adiante as informações com a conclusão e análise que já receberam prontas e defendem a idéia fielmente. Assim também acontece na política. A mídia trabalha, transforma e muda opiniões, impossibilitando que as informações cheguem aos cidadãos de maneira totalmente correta, ou seja, do mesmo modo que saiu da fonte, dificultando que estes possam, aliando com sua carga de conhecimento, assimilar e chegar a conclusão do que acreditam e/ou não, ser melhor para si.
A mídia na campanha presidencial foi extremamente decisiva para a derrota de Lula. Nesta época tudo era pensado, analisado minuciosamente, como podemos analisar na citação de Bernardo Kucinski:

“Os barões da mídia operaram num quadro de decadência da reportagem no jornalismo brasileiro, de redução de sua capacidade analítica e de memória histórica, devido ao afastamento de jornalistas mais antigos e especialmente, de perda de sua demarcação ética, na medida em que muitos jornalistas passaram a trabalhar indistintamente também como assessores de imprensa e relações públicas.Os jornalistas mais jovens desconheciam os fundamentos éticos da profissão e a sua importância numa sociedade que dava os primeiros passos na direção democrática e na construção da cidadania.”
A idéia da mídia era buscar alguém que pudesse derrotar Lula, sendo assim os jornais e revistas não se intimidaram em publicar suas opiniões e frases que iludissem a população a favor de Collor e é exatamente a revista Veja que lança a expressão”a praga dos marajás”, citando o então governador de Alagoas, Feranando Collor, que se colocara a campo combatendo o empreguismo em seu estado.A Veja deu prioridade a capa a Collor com a frase”o caçador de marajás”. Era com essas frases que a revistas e os jornais de forma bem sutil ia fazendo a imagem dos canditados de jovens honestos que iriam combater a corrupção.Não foi somente a veja que glorificou o Collor, a Rede Globo de Televisão popularizou e massificou o mito”Collor, o caçador de marajás”.
Ainda nesta eleição a Globo falseou o resultado das urnas nas eleições do Rio de Janeiro, por meio de um programa de computador que subtraía nas totalizações parte dos votos do candidato Leonel Brizola. A fraude foi descoberto graças ao Jornal do Brasil, rival do jornal O Globo, que denunciou. Nesta disputa presidencial de 1989 , Roberto Marinho ajudou a criar e a eleger o candidato da sua preferência, neste caso o Fernando Collor.Foi exatamente com as palavras chaves como “marajás”, que detectadas por pesquisas de marketing político, que não precisou nem debater propostas de governo.
Com a chegada de Lula ao segundo turno, a população ficou assustada e lançou a campanha de terrorismo ideológico e da desclassificação de Lula, neste momento os jornais foram de suma importância. A rotina de fechamento da cobertura política dos jornais foi modificada. As matérias anti-PT se tornaram diárias no jornal O Estado de S.Paulo. O jornalista polêmico com suas criticas, Paulo Francis, também deixou sua marca no Folha de São Paulo sobre a eleição de 1989. Paulo Francis era um jornalista que não tinha "papas na língua", falava o que pensava, sem medo e ainda ousava em colocar apelidos em qualquer um. Suas palavras por muitas vezes eram pesadas, preferencialmente voltada para ofensas.
O que estava claro nas eleições era a unanimidade a favor de Collor.Tanto os jornais quanto a televisão possuem públicos diferenciados, mas ambos podem ser influenciados pela mídia, e assim foi feito. Por serem concessões públicas os meios de comunicação de massa podem apoiar candidatos, desde que não sacrifiquem a informação.
A Globo valeu-se da falsificação do último debate, fraude decisivo na inversão da tendência eleitoral que mostrava Lula atropelando Collor nos últimos dias de campanha.



Nas eleições de 1994, também não foi diferente a influência da mídia para derrubar um candidato e apoiar outro.
Durante todo esse período, os meios de comunicação trabalharam no sentido de minimizar a importância de Lula e das pesquisas sem perder oportunidades de desqualificá-lo.
Os apelidos críticos também surgiam entre os próprios candidatos, servindo como base para os jornais para minimizar ainda mais o Lula. O PDT de Brizola, apelidou o Lula de “Sapo Barbudo”, e daí então esta frase marcou toda a campanha eleitoral de 1994.
A mídia não perdeu tempo para enriquecer a candidatura de Fernando Henrique com suas colocações e elevações de favorecimento. ”O príncipe da sociologia brasileira”, assim FHC era chamado pela imprensa, devido a sua formação superior, sendo o posto já estigmatizado operário Lula. Foi bastante notório a forma de criticar e iludir a sociedade que a mídia declarou através de apelidos: o príncipe da sociologia brasileira, versos “O sapo barbudo”, o seu real interesse e preferência por seus futuros governantes. Desta vez não foi preciso comprar jornalistas como ocorreu nas eleições de 1989, já que os era natural o alinhamento por Fernando Henrique dos proprietários de jornais.
Não há dúvidas de que a mídia muito contribui para a sociedade, mantendo-a atualizada dos acontecimentos, tornando-se verdadeiro instrumento de controle do poder exercido pelas mais diversas autoridades, mantendo o público vigilante.
No entanto, seu papel tem tomado proporções relevantes que, por vezes, são prejudiciais à sociedade, como a tendência ao “sensacionalismo”, que gera a falta de credibilidade das informações transmitidas.
Analisados os prejuízos trazidos pelo “sensacionalismo”, a mídia preocupou-se em transformá-lo em “realismo”, de forma que investiu bruscamente no chamado jornalismo investigativo, buscando transmitir os fatos da maneira que ocorrem, gerando verdadeira “caça ao tesouro” entre os jornalistas, que disputam a exclusividade dos fatos de relevância social.
A realidade é que o poder da mídia deve ser controlado pelos ditames constitucionais pois, atualmente, ela invade os papéis do Estado, exercendo atividades investigatórias, apurando crimes e, indiretamente, condenando pessoas.
Observe a capa da revista Veja da edição 2161 / 21 de Abril de 2010, e analise o maior destaque para o candidato Serra e verifique o pequeno nome de da candidata do PT, Dilma Rousseff logo acima.
Se ainda há dúvidas que a mídia manipula sua mente que tal da uma olhadinha no candidato que ela já exibe como seu preferido, mostrado pela revista VEJA, e analise todos os pontos positivos que ela oferece, os negativos ficarão apenas por conta da sua pesquisa, pois ela omite: http://veja.abril.com.br/210410/com-casa-ordem-serra-vai-luta-p-062.shtml




segunda-feira, 3 de maio de 2010

A nova moda das eleições 2010 são candidatos famosos

Pelo que parece o prêmio de 1 milhão de reais não foi suficiente para o ex Big Brother da 1ª edição do programa. Kleber Bambam que agora sonha em ser deputado estadual, e a decisão já está encaminhada, onde ele concorrerá no partido PTB-SP. Segundo o dançarino e atual animador de festas kleber promete desde já começar a estudar política e disse que irá pedir orientação ao seu cunhado que é veterinário, o qual o instrui em tudo.
Esperamos que o cunhado de Kleber realmente possa lhe instruir com dicas que não seja do mundo animal.
Renata Frisson, 22 anos, a mais conhecida como mulher melão também está concorrendo a uma vaga nas eleições de 2010. Famosa por seu corpo exuberante a mulher melão tem como um de seus projetos cuidar da saúde feminina e levar a mamografia as comunidades.

Essas eleições 2010 concerteza será palco dos mais variados candidatos desde ao pentacampeão Vampeta ao ex Big Jean Wyllys vencedor do Big Brother 5, que já se pronuncia com um discurso politizado. Sei que a imprensa vai me botar no nicho do Romário e da Tati Quebra-Barraco, mas não sou isso. Tenho algo a dizer", explica Jean.
O que esses famosos pretendem fazer na Assembleia Legislativa ainda não sabemos, mas temos convicção que o salário de um político está cada vez mais cobiçado

domingo, 2 de maio de 2010

Paródia do clipe de Telephone, de Lady Gaga.

Para descontrair na guerra, soldados do exército americano fazem paródia do clipe de Telephone, de Lady Gaga.
Assista:

Candidato a presidência admite já ter usado maconha

Você daria o seu voto nas eleições a um candidato que admite já ter usado maconha? Calma, não precisa se preocupar em adivinhar quem é, pois esse candidato não é  Brasileiro, pelo menos não dessa vez.
Juan Manuel Santos candidato governista às eleições presidenciais da Colômbia, admitiu neste domingo a uma emissora local que já consumiu maconha.
Santos integra o Partido Social da Unidade Nacional, o mesmo do atual presidente Álvaro Uribe. Uribe tem sua trajetória política marcada pelo combate às drogas e às guerrilhas.
Pelo que os colombianos podem perceber é que o sucessor de Uribe já tem medidas bem opostas no seu governo.
As eleições colombianas, que elegerão o sucessor de Uribe, acontecem no dia 30 de maio.